Sexualidade, não deve ser entendido como privacidade, mas sim como um terreno político, as bases de organização social e da cultura incidem diretamente com o significado do casamento, da família, da parentalidade e da própria identidade pessoal, por tanto, o que está em xeque para a comunidade gay, antes de qualquer coisa é a legalidade. Já que o preconceito segundo o qual uma família é composta apenas pela união de indivíduos de sexos diferentes, logo o ideal para uma criança é uma família composta por um pai e uma mãe, vêm sendo quebrado com o ativismo LGBT.
A família, as igrejas, as escolas, a polícia, os esportes, a mídia, o direito, em geral constituem a sexualidade como fonte de estigma, sofrimento e opressão, a partir daí exprimimos hierarquias e desigualdades, de um campo de ativismo que vai desde a busca pela plena garantia dos direitos a subjetividades.
O Movimento de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais tem ganhado maior visibilidade ao longo das ultimas décadas, participando desde as Frentes Parlamentares a nível nacional, níveis do Legislativo municipal e estadual, - com estratégias voltadas também ao Judiciário, bem como de Políticas Públicas, até a produção de conhecimento acadêmico, formação de igrejas para homossexuais, setoriais em partidos políticos, atividades lúdicas institucionais ou não, através de feiras, festivais, encontros e mostras de arte, bem como as manifestações de concurso de Miss Gay e Miss Trans, ganhando maior força nas organizações das paradas, ao longo do país e do mundo, atingindo também a esfera institucional.
A construção da identidade da comunidade LGBT hoje possui um caráter político muito maior, mesmo assim ainda não é o ideal, uma vez que suas amplas reinvidicações perpassam o processo institucional ou não, contudo, é preciso aumentar nossa inserção nos movimentos sociais, já que nossa participação hoje se da em eventos esporádicos sem intervenções de massas, a não ser nas Paradas Gays, é necessário que possamos atingir uma parcela muito maior da sociedade, para que nesse bojo possamos atingir a plena garantia dos nossos direitos, entretanto, as respostas não estão dadas, já que não possuímos a compreensão de como atingir as grandes massas é necessário que empreendamos uma jornada, não tão fácil de ser alcançada, mais que já avançou bastante, se olharmos as três ultimas décadas, e o avanço dado ao movimento a partir das paradas gays.
A família, as igrejas, as escolas, a polícia, os esportes, a mídia, o direito, em geral constituem a sexualidade como fonte de estigma, sofrimento e opressão, a partir daí exprimimos hierarquias e desigualdades, de um campo de ativismo que vai desde a busca pela plena garantia dos direitos a subjetividades.
O Movimento de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis, Transexuais tem ganhado maior visibilidade ao longo das ultimas décadas, participando desde as Frentes Parlamentares a nível nacional, níveis do Legislativo municipal e estadual, - com estratégias voltadas também ao Judiciário, bem como de Políticas Públicas, até a produção de conhecimento acadêmico, formação de igrejas para homossexuais, setoriais em partidos políticos, atividades lúdicas institucionais ou não, através de feiras, festivais, encontros e mostras de arte, bem como as manifestações de concurso de Miss Gay e Miss Trans, ganhando maior força nas organizações das paradas, ao longo do país e do mundo, atingindo também a esfera institucional.
A construção da identidade da comunidade LGBT hoje possui um caráter político muito maior, mesmo assim ainda não é o ideal, uma vez que suas amplas reinvidicações perpassam o processo institucional ou não, contudo, é preciso aumentar nossa inserção nos movimentos sociais, já que nossa participação hoje se da em eventos esporádicos sem intervenções de massas, a não ser nas Paradas Gays, é necessário que possamos atingir uma parcela muito maior da sociedade, para que nesse bojo possamos atingir a plena garantia dos nossos direitos, entretanto, as respostas não estão dadas, já que não possuímos a compreensão de como atingir as grandes massas é necessário que empreendamos uma jornada, não tão fácil de ser alcançada, mais que já avançou bastante, se olharmos as três ultimas décadas, e o avanço dado ao movimento a partir das paradas gays.
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